Aqui encontra as respostas às perguntas mais frequentes.

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  • Pergunta 1. Quem pode fazer este programa?
    Não podendo determinar-se com rigor qual a idade a partir da qual este programa pode ser útil, para uma pessoa em particular, considera-se de bom senso que os 18 anos serão a idade mínima para poder tomar uma decisão consciente, autónoma e muito pessoal de fazer este programa Aprender e Agir.

    Para além de saber ler e escrever em língua portuguesa, não é necessário possuir qualquer tipo de habilitação escolar ou académica para fazer este programa. Poderá ser-lhe útil, em alguns momentos deste programa, saber ler e compreender a língua inglesa (básica). Se não tiver o domínio básico da língua inglesa, isso não constitui impedimento à inscrição neste programa nem reduz o aproveitamento que dele possa fazer.

    A literacia informática ou digital necessária para fazer este programa é a elementar: todo o programa assenta no visionamento de textos e de imagens – em formato tipo Word, PDF ou PowerPoint – e bem assim de vídeos, e em tarefas de escrita com base num processador de texto simples. Os passos a dar ao longo de cada caminho, de um tópico para outro, também são tecnicamente elementares, completamente amigáveis.
  • Pergunta 2. A quem é dirigido este programa?
    A inovação deste programa assenta, para além de nos seus fundamentos conceptuais i.e. os conceitos escolhidos e os processos que permitem a sua interacção, numa pedagogia que permite que ele seja universalista em termos de destinatários: este programa é construído científica e pedagogicamente de forma a poder ser útil a adultos jovens e idosos, sem terem de possuir habilitações específicas ou uma literacia informática significativa, quer sejam estudantes ou reformados, quer estejam desempregados ou a exercer uma qualquer profissão, etc.
  • Pergunta 3. Qual a duração estimada deste programa?
    Cada caminho propõe um percurso específico de aprendizagem, no qual a pessoa investe as suas motivações e as suas capacidades, e obviamente também a sua disponibilidade de tempo e o seu ritmo muito próprio. Este conjunto de factores leva a que o tempo de realização de cada caminho, e portanto do programa no seu todo, seja diferente para cada pessoa. E daí a impossibilidade de definir uma duração média para realizar cada caminho.

    De um ponto de vista pedagógico, contudo, é importante que cada caminho não ultrapasse as duas máximo três semanas de realização, incluindo todas as actividades nele estabelecidas.

    Existem regras próprias em cada caminho deste programa, apresentadas no respectivo trajecto, em termos de calendarização seja das sessões de tutoria de acompanhamento, seja das sessões presenciais finais, seja ainda das sessões de coaching ou de outras actividades. Essa calendarização introduz algumas particularidades no tempo de realização de cada caminho, numa perspectiva de garantir a sua maior eficácia pedagógica.
  • Pergunta 4. Este programa pressupõe um calendário pré-fixado para ser iniciado?
    Este programa não requer a constituição de turmas. Nenhum dos seus caminhos obriga a ser iniciado em data pré-estabelecida, ou seja, a pessoa pode determinar, de sua livre vontade, o momento em que quer principiar o caminho que escolheu fazer.
  • Pergunta 5. Porquê e como nasceu este programa?
    Este programa nasceu na sequência da criação e implementação em 2006 da Programa Avançado em Desenvolvimento Pessoal e Profissional, na Universidade Católica, em Lisboa. Esta Programa foi concebido e é leccionado pelos mesmos autores do programa Aprender e Agir.

    Na sua génese, o programa Aprender e Agir obteve um financiamento da Fundação Calouste Gulbenkian, através da ACEGE – Associação Cristã de Empresários e Gestores, e no seu desenvolvimento e lançamento foi financiado pelo Programa COMPETE (QREN), também através da ACEGE.

    Com este programa pretende-se:

    • Contribuir para a credibilização e o enraizamento do desenvolvimento pessoal e profissional como área de educação fundamental para a realização integral da pessoa e para a construção do bem comum
    • Promover a consciência da identidade integrada da pessoa – da sua assinatura pessoal – e estimular a prática de construção de projectos de vida e a sua concretização
    • Criar um espaço educativo de desenvolvimento pessoal e profissional ao longo da vida, com recurso a metodologias de auto-conhecimento e de incentivo à acção congruente, assentes num trabalho individual de aprendizagem online e/ou mista (blended learning)
    • Intervir socialmente, numa perspectiva populacional muito alargada, com a intencionalidade de sustentar a gestão pessoal da mudança, o empreendedorismo a nível profissional, da comunidade (local, região), da educação, do chamado terceiro sector, entre outros, bem como a cidadania responsável nas suas múltiplas faces.
  • Pergunta 6. Quem são os criadores e responsáveis deste programa?
    Este programa é da autoria de Ana Costa Cabral e José Manuel Seruya e está registado com o nº 4739/2011 na IGAC – Inspecção Geral das Actividades Culturais. Ambos são os criadores e docentes da Programa Avançada em Desenvolvimento Pessoal e Profissional, existente desde 2006 na Universidade Católica em Lisboa (Ana Costa Cabral é também coach neste contexto).

    Ana Costa Cabral, Sócia-fundadora da Aprender e Agir; Coach, formadora e consultora de desenvolvimento pessoal e profissional; Sócia-fundadora da empresa Intrinsic-Coaching, Formação e Consultoria, Lda.; 15 anos empresária com lojas de mobiliário de design e rústico, e também de restauração; Diplomou-se no curso de Psicologia pela University of Maryland – University College Europe; Diplomou-se no curso de gestão de atitudes e comportamentos pelo Center For Attitudinal Healing, São Francisco (EUA); Certificação em coaching de desenvolvimento pessoal e profissional pelo “LE DÔJÔ” – Centre de Développement Professionnel et Personnel, Paris; Diplomou-se no curso de Mediação e Meios Alternativos de Resolução de Conflitos, promovido pela Mediarcom – Associação Europeia de Mediação.

    José Manuel Seruya, doutorado em Gestão pela Universidade Jean Moulin – Lyon 3 e licenciado em Sociologia pelo ISCTE, Lisboa, foi gestor durante quinze anos em empresas de serviços nacionais e multinacionais e é actualmente Coordenador da Escola de Pós-Graduação e Programa Avançada da Faculdade de Ciências Humanas, Universidade Católica, Lisboa; é Professor Auxiliar da mesma Faculdade e consultor e formador em desenvolvimento pessoal e profissional, liderança e comunicação.
  • Pergunta 7. Que utilidade pode ter este programa?
    Ao fazer este programa de desenvolvimento pessoal e profissional, a pessoa envolve-se num processo de descoberta ou de validação pessoal de valores, crenças, competências, capacidades, vontades, sonhos, o qual permite atribuir um significado mais claro às escolhas e aos reprogramas dessa pessoa, o que pode ter um impacto visível e positivo no seu agir.

    A única garantia que aqui se dá, é que ao fazer este programa a pessoa ficará mais consciente e terá uma maior clareza em relação a quem é naquilo que faz, à sua identidade enquanto ser livre, ao seu agir nas múltiplas dimensões da sua vida. Os resultados a que a pessoa chegar dependem muito da sua liberdade, das suas motivações e capacidades postas em jogo a cada momento deste percurso de aprendizagem, e esses resultados serão portanto, sempre, diferentes para cada pessoa.

    Aprender, e em especial caminhar na descoberta de sentido, é uma escolha que convoca a inteligência não menos do que a vontade: em adulto, decide-se o que se quer aprender (e como fazê-lo, claro), o que leva a que cada pessoa tenha de assumir para si própria o ónus de decisão sobre o que quer (pode) retirar deste investimento em dinheiro, tempo e esforço.
  • Pergunta 8. Qual é o método pedagógico deste programa?
    Este programa de desenvolvimento pessoal e profissional, inédito em Portugal, proporcionado em regime online e/ou blended learning, ou seja, de aprendizagem mista (presencial e a distância), é composto por quatro módulos sequenciais designados de “caminhos” – O meu ponto de partida; Os meus recursos; Empreendedor e cidadão; O meu projecto de vida – interligados por uma pedagogia transversal aos mesmos.

    Este programa de aprendizagem, no seu todo, ou cada caminho só por si, permite às pessoas praticar e interiorizar uma pedagogia que promove o autoconhecimento e a capacidade de escolher, decidir e agir. Esta pedagogia é um processo em si mesmo de desenvolvimento pessoal, composto por três práticas:

    • exploração de conceitos,
    • compreensão de vivências,
    • um agir consciente.

    Os conceitos explorados e as vivências compreendidas ao longo do programa favorecem um agir consciente, ou seja,
    a) uma perspectiva criteriosa da relação consigo próprio e com os outros
    b) uma maior clareza de quem se é naquilo que se faz, em todas as dimensões da identidade
    c) um posicionamento de compromisso com a acção, que estimula a capacidade de iniciativa.
  • Pergunta 9. Existe a possibilidade de participação nalguma sessão presencial?
    Todos os Caminhos deste programa permitem a inscrição numa apenas ou em duas sessões presenciais em grupo com os consultores, uma vivência relacional importante, que, no primeiro caso, constitui a conclusão de cada Caminho, sendo que no segundo caso (duas sessões) existe também uma sessão presencial que antecede o acesso online. Estas sessões permitem: :

    • conhecer outras pessoas que também fizeram o caminho,
    • dialogar sobre as vivências tidas com este programa,
    • partilhar e aprender interesses e experiências muito diversas,
    • relacionar-se com outras pessoas, em jeito de ‘networking’,
    • debater com os consultores questões ou temas que se queiram colocar.

    Cabe à Aprender e Agir decidir o nº mínimo de participantes para cada sessão presencial em grupo.
  • Pergunta 10. Quais são os temas principais deste programa?
    Este programa é composto por quatro caminhos:

    O meu ponto de partida;
    Os meus recursos;
    Empreendedor e cidadão;
    O meu projecto de vida.

    Cada qual inclui, numa lógica sequencial e integrada, diversos temas-chave, de que são exemplo:
    O meu ponto de partida: escolhas, percepções, motivações, identidade integrada, …
    Os meus recursos: valores pessoais, êxito, oportunidades, ser no agir, aprendizagem ao longo da vida, …
    Empreendedor e cidadão: responsabilidade pessoal, cooperação, …
    O meu projecto de vida: criatividade, mudança, bem-estar, …
  • Pergunta 11. Existe avaliação de conhecimentos adquiridos ou de outros critérios de aprendizagem?
    Neste programa, cada pessoa é desafiada a assumir uma co-responsabilidade pela sua própria aprendizagem, consciente de um processo de construção em que decide a par e passo a dimensão do seu envolvimento no mesmo. Este princípio pedagógico prolonga-se no entendimento sobre a avaliação: não existe nenhum preceito de avaliação de conhecimentos, competências ou outros indicadores, cabendo à pessoa fazer a auto-avaliação da aprendizagem por si realizada – a que é fortemente incentivada no final de cada caminho.

    A utilidade real deste programa vai variando ao longo do mesmo, em função das expectativas individuais e das escolhas que vão sendo feitas por cada pessoa a partir das múltiplas propostas de reflexão e acção. A percepção que cada pessoa tem do caminho que faz neste contexto, e do significado que lhe atribui, é algo de muito pessoal, e que aqui se considera ser suficiente como critério de validação da aprendizagem.
  • Pergunta 12. É emitido algum certificado de frequência deste programa?
    A pessoa que conclua qualquer um dos caminhos, nos termos melhor descritos nas instruções específicas de cada um, terá direito a um certificado de frequência do respectivo caminho.
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